
Novo Estudo Comparativo 2025: acompanhe em detalhe os índices dos 17 ODS´s entre as 27 cidades que compõem as Regiões de Campinas e Jundiaí
21 de agosto de 2025
Do Jornalismo de 98 ao Jornalismo de 2025
1 de setembro de 2025Sustentabilidade em Números: a série histórica das Regiões de Campinas e Jundiaí
As 27 cidades das Regiões de Campinas e Jundiaí contam agora com um levantamento detalhado de indicadores ligados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Essa série histórica reúne dados oficiais de diferentes fontes, permitindo acompanhar a evolução dos municípios em áreas como saúde, educação, meio ambiente, infraestrutura e inclusão social. Os dados dos 5.570 municípios brasileiros foram divulgados pelo Instituto Cidades Sustentáveis (ICS) e, a partir deles, fizemos esta análise comparativa regional com a série histórica.
Ao todo, foram mapeados 100 indicadores com dados comparáveis, organizados a partir de fontes como IBGE, DataSUS, INEP, RAIS/MTE, MapBiomas, entre outros. A consolidação desses dados possibilita compreender de forma mais clara os avanços e os desafios que permanecem em cada território.
A seguir, apresento a lista de indicadores com suas respectivas explicações. Cada um deles representa uma dimensão dos ODS e ajuda a construir um retrato mais completo da realidade das cidades que compõem as duas regiões. Você pode acessar abaixo, nesta planilha do excel, navegando uma a uma das planilhas do arquivo. Ainda, logo abaixo, temos a descrição dos indicadores com informações sobre os cálculos, fonte de dados e metodologia.
Indicadores por ODS
Indicador: Famílias inscritas no Cadastro Único para programas sociais (%)
- Fonte: MDS/Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate a Fome/VIS Data 3 beta
- Descrição: Percentual de famílias residentes cadastradas no Cadastro Único com renda familiar per capita de até meio salário mínimo sobre o total de famílias cadastradas. Atualizado anualmente em dezembro.
- Método de Cálculo: Número de famílias residentes cadastradas no Cadastro Único com renda familiar per capita de até meio salário mínimo ÷ Número total de famílias residentes cadastradas no Cadástro Único (x100)
Indicador: Percentual de pessoas inscritas no Cadastro Único que recebem Bolsa Família
- Fonte: MDS/Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate a Fome/VIS Data 3 beta
- Descrição: Participação das pessoas que recebem o bolsa família sobre o total de pessoas cadastradas no Cadastro Único. A data de referência para extração do dado é sempre dezembro do ano anterior na Base do CadÚnico.
- Método de Cálculo: Número de pessoas que recem o bolsa família ÷ Número de pessoas inscritas no CadÚnico (x100)
Indicador: Percentual de pessoas abaixo da linha da pobreza no Cadastro Único pós Bolsa Família
- Fonte: MDS/Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate a Fome/VIS Data 3 beta
- Descrição: Percentual da população abaixo da linha de pobreza após o Bolsa Família.
- Método de Cálculo: Quantidade total de pessoas pobres beneficiárias do Programa Bolsa Família (PBF) que permanecem com renda per capita abaixo da linha de pobreza após recebimento dos benefícios do PBF ÷ Quantidade total de pessoas inscritas no Cadastro Único (x100)
- Nota Metodológica: Referente a dezembro de 2023
Indicador: Pessoas com renda de até 1/4 do salário mínimo (%)
- Fonte: Atlas Brasil
- Descrição: Percentual da população residente com 10 anos ou mais, com renda de até 1/4 do salário mínimo.
- Método de Cálculo: Número total de indivíduos residentes com renda até 1/4 de salário mínimo ÷ População residente com 10 anos ou mais (x100)
Indicador: Diferença na taxa de mortalidade infantil entre crianças nascidas de mães PP e BA
- Fonte: DataSUS/SINASC
- Descrição: Diferença entre as Taxas de Mortalidade Infantil (nascidos de mães PP menos mães BA)
- Método de Cálculo: DIFERENÇA ENTRE: {Taxa de mortalidade infantil de PP óbitos infantis de cor/raça PP da mãe ÷ Nascidos vivos de cor/raça PP da mãe} ─ {Taxa de mortalidade infantil de BA óbitos infantis de cor/raça BA da mãe ÷ Nascidos vivos de cor/raça BA da mãe}.
- Nota Metodológica: Considera-se raça/cor preta a soma de pretos e pardos. Para o cálculo foram excluídos os nascidos vivos de municípios não identificados (ignorados) e nascidos vivos cuja raça/cor da mãe não foi identificada (ignorada).
Indicador: Diferença na taxa de gravidez na adolescência entre mães PP e BA
- Fonte: DataSUS/SINASC
- Descrição: Diferença entra as Taxas de Gravidez na Adolescência (de mães PP menos mães BA)
- Método de Cálculo: DIFERENÇA ENTRE: {Taxa de gravidez na adolescência de mães PP [Nascidos vidos com mãe de IDADE 10 A 19 ANOS, de cor/raça PP ÷ TOTAL de nascidos vivos com mãe de cor/raça PP (x1000)]} ─ {Taxa de gravidez na adolescência de mães BA [Nascidos vidos com mãe de IDADE 10 A 19 ANOS, de cor/raça BA ÷ TOTAL de nascidos vivos com mãe de cor/raça BA (x1000)]}. Considera-se raça/cor PP: “pretas”e “pardas”; BA: “brancas” e “amarelas”.
- Nota Metodológica: Considera-se raça/cor NEGRA a soma de mães pretas e pardas. Para o cálculo foram excluídos os nascidos vivos de municípios não identificados (ignorados) e nascidos vivos cuja raça/cor da mãe não foi identificada (ignorada).
Indicador: Diferença na taxa de distorção idade-série nos anos finais do Ensino Fundamental entre PP e B
- Fonte: INEP/Censo Escolar 2024
- Descrição: Diferença na TDI entre PP e B nos anos finais do EF
- Método de Cálculo: DIFERENÇA ENTRE: Taxa de distorção idade-série da população preta e parda nos anos finais do Ensino Fundamental na rede Total – Taxa de distorção idade-série da população branca nos anos finais no Ensino Fundamental na rede Total
- Nota Metodológica: Atualizado com os dados do Censo Escolar, segundo o recorte enviado pelo INEP Negros (pretos e pardos) e Brancos. Solicitação via LAI Valores positivos = TDI da população negra é superior a TDI da população branca Valores negativos = TDI da população branca é superior a TDI da população negra VAZIO = Sem informação para a população negra ou branca
Indicador: Diferença na taxa de homicídios entre PP e BA
- Fonte: DataSUS/SIM
- Descrição: Diferença entre taxa de homicídios por 100 mil habitantes de PP e taxa de homicídios por 100 mil habitantes de BA.
- Método de Cálculo: DIFERENÇA ENTRE: {Taxa de homicídio de PP [óbitos por causas externas (CID10 X89 a Y09, Y35 e Y36 com vítimas de raça/cor PP ÷ População de raça/cor PP (x100.000)]} ─ {Taxa de homicídio de BA [óbitos por causas externas (CID10 X89 a Y09, Y35 e Y36 com vítimas de raça/cor BA ÷ População de raça/cor BA (x100.000)]}. Considera-se raça/cor PP: “pretos”, “pardos”; BA: “brancos” e “amarelos”.
- Nota Metodológica: PP: pretos e pardos; BA: brancos e amarelos
Indicador: Violência contra a população LGBTQIA+ (100 mil habitantes)
- Fonte: Disque Direitos Humanos (Disque 100)/Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania; IBGE/Censo Demográfico 2022
- Descrição: Violência contra LGBTQI+
- Método de Cálculo: Número de notificações de violações dos DHs contra população LGBTQIA+ ÷ Número de habitantes (x100.000)
- Nota Metodológica: Filtro (2015-2019) Para se evitar casos duplicados selecionou-se apenas a primeira denúncia, identificada pela data e hora (data_hora) + grupo_violação = LGBT Filtro (2020-2023) Para se evitar casos duplicados selecionou-se, em cada semestre, apenas a primeira denúncia identificada pela hash_par_vitima_supeito + Grupo_vulnerável = Violência contra População LGBTQIA+ Para o cálculo do indicador foram somadas as denúncias ocorridas no primeiro e no segundo semestre, em cada Município. Vazio = nenhuma denúncia de violação dos Direitos Humanos do grupo LGBTQIA+ realizada no Município. Obs. A grande maioria dos Municípios não possuem denúncias de violações dos Direitos Humanos LGBTQIA+ nos registros do Disque 100 (2015=5188 registros S.I.; 2016=5169; 2017=5107; 2018 = 5166; 2019=5264; 2020=5126; 2021=5182; 2022=4873; 2023=5486)
Indicador: Acesso a equipamentos da atenção básica à saúde
- Fonte: IBGE/Censo Demográfico 2010
- Descrição: Percentual de domicílios em assentamentos precários a mais de 1km de equipamentos de atenção básica. Foi considerada a “Distância do Aglomerado Subnormal para o estabelecimento de saúde de atenção primária mais próximo”.
- Método de Cálculo: Número de domicílios em assentamentos precários a mais de 1 km de equipamento de atenção básica à saúde ÷ Número de domicílios em assentamentos precários (x100)
Indicador: Razão do rendimento médio real (PP/BA)
- Fonte: IBGE/Censo Demográfico 2010
- Descrição: Razão do rendimento médio real entre PP e BA.
- Método de Cálculo: Rendimento médio real de PP ÷ Rendimento médio real de BA
Indicador: Diferença na taxa de feminicídio de mulheres PPI e BA
- Fonte: DataSUS/SIM
- Descrição: Diferença entre as Taxas de Feminicídio (100 mil mulheres) (PPI menos BA)
- Método de Cálculo: DIFERENÇA ENTRE: {Taxa de Feminicídio de PPI [óbitos por causas externas (CID10 X89 a Y09 com vítimas mulheres de raça/cor PPI ÷ População de mulheres de raça/cor PPI (x100.000)]} ─ {Taxa de Feminicidio de BA [óbitos por causas externas (CID10 X89 a Y09 com vítimas mulheres de raça/cor BA ÷ População de mulheres de raça/cor BA (x100.000)]}.
- Nota Metodológica: Considera-se raça/cor PPI: “pretas”, “pardas” e “indígenas”; BA: “brancas” e “amarelas”.
Indicador: Diferença na taxa de homicídio juvenil masculino entre jovens PPI e BA
- Fonte: DataSUS/SIM
- Descrição: Diferença entre as Taxas de Homicídio juvenil (15 a 29 anos) masculino (100 mil habitantes) (PPI menos BA)
- Método de Cálculo: DIFERENÇA ENTRE: {Taxa de homicídio juvenil de PPI [óbitos por causas externas (CID10 X89 a Y09, Y35 e Y36 com vítimas de raça/cor PPI, sexo masculino e idade de 15 a 29 anos ÷ População de raça/cor PPI, de sexo masculino e idade entre 15 a 29 anos(x100.000)]} ─ {Taxa de homicídio juvenil de BA [óbitos por causas externas (CID10 X89 a Y09, Y35 e Y36 com vítimas de raça/cor BA, sexo masculino e idade entre 15 a 29 anos ÷ População de raça/cor BA, de sexo masculino e idade entre 15 a 29 anos (x100.000)]}.
- Nota Metodológica: Considera-se raça/cor PPI: “pretos”, “pardos” e “indígenas”; BA: “brancos” e “amarelos”.
Indicador: Percentual de vereadores eleitos PPI
- Fonte: TSE
- Descrição: Percentual de Vereadores eleitos Pretos, Pardos e Indígenas
- Método de Cálculo: Total de Vereadores e vereadoras de raça/cor PPI ÷ Total de vereadores e vereadoras (x100)
- Nota Metodológica: Considera-se raça/cor PPI: “pretos”, “pardos” e “indígenas”
Indicador: Percentual da população de baixa renda com tempo de deslocamento ao trabalho superior a uma hora (%)
- Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil
- Descrição: Percentual de pessoas que vivem em domicílios com renda per capita inferior a meio salário mínimo (em 2010) e que levam mais de uma hora até o trabalho.
- Método de Cálculo: Número de pessoas ocupadas, de 10 anos ou mais de idade, que vivem em domicílios com renda per capita inferior a meio salário mínimo, de agosto de 2010, e que gastam mais de uma hora em deslocamento até o local de trabalho ÷ Total de pessoas ocupadas nessa faixa etária que vivem em domicílios com renda per capita inferior a meio salário mínimo, de agosto de 2010, e que retornam diariamente ao trabalho (x100)
Indicador: Mortes no trânsito (100 mil habitantes)
- Fonte: DataSUS/SIM/Óbitos por causas externas
- Descrição: Número de mortes em acidentes de trânsito (CID10 V01-V99), por 100 mil habitantes.
- Método de Cálculo: Total de mortes no trânsito (CID10 V01-V99) ÷ População total do município (x100.000)
Indicador: População residente em favelas e comunidades urbanas (%)
- Fonte: IBGE/Aglomerados Subnormais (2019); IBGE/Censo Demográfico 2022
- Descrição: Percentual da população urbana que reside em favelas e comunidades urbanas (aglomerados subnormais) em relação à população total do município. População residente em Favelas e comunidades urbanas (2022) e aglomerados subnormais (2019).
- Método de Cálculo: Número de indivíduos residentes em favelas e comunidades urbanas ÷ População total do município (x100)
- Nota Metodológica: Nome e descrição do indicador alterado pois o IBGE substituiu o conceito de “aglomerado subnormais” por “favelas e comunidades urbanas”
Indicador: Domicílios em favelas e comunidades urbanas (%)
- Fonte: IBGE/Aglomerados Subnormais (2019); IBGE/Censo Demográfico 2022
- Descrição: Total de domicílios em favelas e comunidades urbanas sobre o total de domicílios.
- Método de Cálculo: Total de domicílios em favelas e comunidades urbanas ÷ Total de domicílios (x100)
- Nota Metodológica: Nome e descrição do indicador alterado pois o IBGE substituiu o conceito de “aglomerado subnormais” por “favelas e comunidades urbanas”
Indicador: Equipamentos esportivos municipais (100 mil habitantes)
- Fonte: IBGE/MUNIC – Pesquisa de Informações Básicas Municipais – versão 2021
- Descrição: Número total de equipamentos esportivos públicos sob gestão municipal para cada 100 mil habitantes.
- Método de Cálculo: Número total de equipamentos esportivos públicos sob gestão municipal ÷ População total do município (x100.000)
Indicador: Percentual da população PP em favelas e comunidades urbanas (%)
- Fonte: IBGE/Censo Demográfico 2010
- Descrição: Percentual da população PP em em favelas e comunidades urbanas.
- Método de Cálculo: Número de PP em em favelas e comunidades urbanas ÷ Total da população em em favelas e comunidades urbanas (x100)
Indicador: Resíduos sólidos domiciliares coletados per capita (kg/ dia/ hab)
- Fonte: SINISA/Ministério das Cidades
- Descrição: Massa de resíduos domiciliares e públicos (rdo+rpu) coletada per capita em relação à população total atendida pelo serviço de coleta. Índice calculado pelo SNIS. Referência: RS-IN028.
- Método de Cálculo: Massa de resíduos domiciliares e públicos (rdo+rpu) coletada per capita em relação à população total atendida pelo serviço de coleta (IRS1005 do SINISA)
- Nota Metodológica: Com a mudança do SNIS para o sistema SINISA o indicador IN028 do SNIS foi substituído pelo IRS1005 (Massa média per capita de resíduos sólidos domiciliares coletados coletada). Códigos: (IN028, SNIS; IRS1005, SINISA) https://www.gov.br/cidades/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saneamento/sinisa/resultados-sinisa/Glossario_Indicadores_SINISA_RESIDUOS.pdf (p.1)
Indicador: Recuperação de resíduos sólidos urbanos coletados seletivamente
- Fonte: SINISA/Ministério das Cidades
- Descrição: Taxa de recuperação de materiais recicláveis (exceto matéria orgânica e rejeitos) em relação à quantidade total coletada (RS_IN031-SNIS). Índice calculado pelo SNIS.
- Método de Cálculo: Materiais recicláveis recuperados ÷ Materiais recicláveis coletados (x100)
- Nota Metodológica: Com a mudança do SNIS para o sistema SINISA o indicador IN031 do SNIS foi substituído pelo IRS3010 (Recuperação de resíduos recicláveis secos e orgânicos em relação à quantidade total coletada). Códigos: (IN031-SNIS; IRS3010-SINISA) https://www.gov.br/cidades/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saneamento/sinisa/resultados-sinisa/Glossario_Indicadores_SINISA_RESIDUOS.pdf (p.3)
Indicador: População atendida com coleta seletiva (%)
- Fonte: SINISA/Ministério das Cidades
- Descrição: População urbana atendida com coleta seletiva sobre a população urbana total (RS_IN030-SNIS)
- Método de Cálculo: População urbana do município atendida com a coleta seletiva ÷ População urbana total (x100) – (IRS0005 do SINISA)
- Nota Metodológica: Com a mudança do SNIS para o sistema SINISA o indicador IN030 do SNIS foi substituído pelo IRS0005. Códigos: (RS-IN030-SNIS; IRS0005-SINISA) https://www.gov.br/cidades/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saneamento/sinisa/resultados-sinisa/Glossario_Indicadores_SINISA_RESIDUOS.pdf (p.3)
Indicador: Concentração de focos de queimadas
- Fonte: INPE-Programa Queimadas-Dados Abertos-Focos de Queimadas e Incêndios
- Descrição: Participação do município no total de queimadas do Brasil.
- Método de Cálculo: Número de focos de queimadas identificados no município ÷ Número de focos de queimadas identificados no Brasil (x1.000)
Indicador: Estratégias para gestão de riscos e prevenção a desastres ambientais
- Fonte: IBGE/MUNIC – Pesquisa de Informações Básicas Municipais
- Descrição: O indicador consiste na quantidade de respostas às estratégias igual a “Sim” (adotadas) dividido pelo total de 25 estratégias recomendadas.
- Método de Cálculo: Número de estratégias adotadas ÷ Número de estratégias recomendadas (25) (x100)
- Nota Metodológica: As estratégias recomendadas dividem-se em 4 grupos: 1º GRUPO) O município possui como instrumento de planejamento (N=9): MGRD171-Plano Diretor que contemple a prevenção de enchentes ou inundações graduais, ou enxurradas ou inundações bruscas; MGRD172-Lei de Uso e Ocupação do Solo que contemple a prevenção de enchentes ou inundações graduais, ou enxurradas ou inundações bruscas; MGRD173-Lei específica que contemple a prevenção de enchentes ou inundações graduais, ou enxurradas ou inundações bruscas; MGRD174-Plano Diretor que contemple a prevenção de escorregamentos ou deslizamentos de encostas; MGRD175-Lei de Uso e Ocupação do Solo que contemple a prevenção de escorregamentos ou deslizamentos de encostas; MGRD176-Lei específica que contemple a prevenção de escorregamentos ou deslizamentos de encostas; MGRD177-Plano Municipal de Redução de Riscos; MGRD178-Carta geotécnica de aptidão à urbanização; MGRD179-Plano de implantação de obras e serviços para redução de riscos de desastres; 2º GRUPO) Em relação ao gerenciamento de riscos de desastres decorrentes de enchentes ou inundações graduais, ou enxurradas ou inundações bruscas, o município possui (N=7): MGRD181-Mapeamentos de áreas de risco de enchentes ou inundações; MGRD182-Programa habitacional para realocação de população de baixa renda em área de risco (reassentamento em empreendimento de habitação de interesse social, pagamento de aluguel social ou similar, indenização de benfeitoria, compra de uma nova moradia, auxílio ; MGRD183-Mecanismos de controle e fiscalização para evitar ocupação em áreas suscetíveis aos desastres; MGRD184-Plano de Contingência; MGRD185-Projetos de engenharia relacionados ao evento; MGRD186-Sistema de alerta antecipado de desastres; MGRD187-Cadastro de risco; 3º GRUPO)Em relação ao gerenciamento de riscos de desastres decorrentes de escorregamentos ou deslizamento de encostas, o município possui (N=7): MGRD201-Mapeamentos de áreas de risco de enchentes ou inundações; MGRD202-Programa habitacional para realocação de população de baixa renda em área de risco (reassentamento em empreendimento de habitação de interesse social, pagamento de aluguel social ou similar, indenização de benfeitoria, compra de uma nova moradia, auxílio ; MGRD203-Mecanismos de controle e fiscalização para evitar ocupação em áreas suscetíveis aos desastres; MGRD204-Plano de Contingência; MGRD205-Projetos de engenharia relacionados ao evento; MGRD206-Sistema de alerta antecipado de desastres; MGRD207-Cadastro de risco; 4º GRUPO) Em relação à gestão de riscos e de desastres, existe no município (N=2): MGRD211-Unidade do Corpo de Bombeiros; MGRD212-Coordenação Municipal de Proteção e Defesa Civil (COMPDEC) ou órgão similar.
Indicador: Percentual do município desflorestado (%)
- Fonte: MapBiomas
- Descrição: Percentual de áreas convertidas (hectares de cobertura florestal + hectares de áreas naturais não florestais destinados para a agropecuária ou que se transformaram em áreas não vegetadas) sobre a área total do município (em hectares). Dados são do MapBiomas: https://mapbiomas.org/estatisticas.
- Método de Cálculo: Áreas convertidas (ha) ÷ Área total do município (ha) (x100)
Dados são do MapBiomas: https://mapbiomas.org/estatisticas: (Base–> Cobertura e transições municípios)
(Filtro–> “From_class”: 3, 4, 5, 11, 12, 13, 23, 33, 50; “To_class”: 15,20,21, 24, 25, 31, 41, 48)
Indicador: Proporção de domicílios em áreas de risco
- Fonte: Sistema de Informações e Análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas – AdaptaBrasil MCTI.
IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. População em áreas de risco no Brasil. Rio de Janeiro, RJ: IBGE, 2018.IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. População em áreas de risco no Brasil. Rio de Janeiro, RJ: IBGE, 2018.
PBMC, 2016: Mudanças Climáticas e Cidades. Relatório Especial do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas [Ribeiro, S.K., Santos, A.S. (Eds.)]. PBMC, COPPE – UFRJ. Rio de Janeiro, Brasil. 98p.
INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE – IPCC. Climate Change 2014: Synthesis Report. Working Groups I, II and III to the Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, R.K. Pachauri and L.A. Meyer (eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 151 pp. - Descrição: Indicador de domicílios particulares permanentes expostos a desastres naturais. Dado oriundo da Base Territorial Estatística de Áreas de Risco (BATER), gerado pelo IBGE no ano de 2018 em consórcio com instituições que produzem as áreas de risco, como a CPRM. A produção do BATER foi produto da associação de dados sociodemográficos às áreas de risco de inundações, enxurradas e movimentos de massa para os municípios monitorados pelo CEMADEN. A produção do BATER constitui um dos principais eixos da prevenção aos desastres naturais do Plano Nacional de Gestão de Riscos e Respostas a desastres. Este indicador foi elaborado pelo cômputo do total de domicílios permanentes em áreas de risco para cada município. A normalização dos valores considerou apenas o conjunto de municípios que continham domicílios em áreas de risco, sendo atribuído o valor 0,3 como valor mínimo e 1 como valor máximo. Aos municípios sem domicílios mapeados em áreas de risco foi atribuído o valor zero. Foi aplicada a técnica de winsorization para o tratamento de outliers ao conjunto de municípios que continham domicílios em áreas de risco.
- Método de Cálculo: Proporção de domicílios em áreas de risco
Indicador: Esgoto tratado antes de chegar ao mar, rios e córregos (%)
- Fonte: Atlas Esgotos/SNIRH/ANA
- Descrição: Percentual do esgoto tratado antes de chegar ao mar, rios e córregos sobre o total de esgoto que chega ao mar.
- Método de Cálculo: Número total, em metros cúbicos (m³), de esgoto tratado antes de chegar ao mar, rios e córregos ÷ Número total, em metros cúbicos (m³), esgoto total que chegar ao mar, rios e córregos (x100)
Indicador: Hectare de áreas florestadas e naturais por habitante
- Fonte: MapBiomas; IBGE/Censo Demográfico 2022
- Descrição: Taxa de formações florestais naturais por habitante.
Dados são do MapBiomas: https://mapbiomas.org/estatisticas: Áreas Florestadas e Naturais (ha) dividido pela população do ano correspondente. - Método de Cálculo: Tabela “Cobertura Municípios” MapBiomas: Level 1=Classe 1-Floresta (ha) + Level1=Classe 2-Formação Natural não Florestal (ha) ÷ População total do ano subsequente
- Nota Metodológica: Os dados de população são do Censo de 2022
Indicador: Unidades de conservação de proteção integral e uso sustentável (%)
- Fonte: Ministério do Meio Ambiente
- Descrição: Proporção do território ocupado por Unidades de Conservação de proteção integral e uso sustentável (municipais, estaduais e federais).
- Método de Cálculo: Área delimitada por unidades de conservação de proteção integral e uso sustentável ÷ Área total do município (x100)
Indicador: Grau de maturidade dos instrumentos de financiamento da proteção ambiental
- Fonte: IBGE/MUNIC – Pesquisa de Informações Básicas Municipais
- Descrição: Proporção de instrumentos de gestão e financiamento da proteção ambiental.
- Método de Cálculo: Número de instrumentos de financiamento da proteção existente no município ÷ Número de instrumentos de financiamento da proteção ambiental disponíveis (5 no total) (x100)
- Nota Metodológica: 1-Área responsável pelo tema meio ambiente com recursos financeiros específicos; 2-Existência de Fundo Municipal de Meio Ambiente; 3-Existência de pelo menos um instrumento de Pagamento por Serviços Ambientais – PSA; 4-Existência de Conselho Municipal de Meio Ambiente; 5- Existência de Legislação ou instrumento de gestão ambiental.
Indicador: Homicídio juvenil masculino (100 mil habitantes)
- Fonte: DataSUS/SIM
- Descrição: Número de óbitos por causa externa (CID X89 a Y09, Y35 e Y36), sexo masculino, na faixa etária de 15 a 29 anos (inclusive) ocorridos no município, por 100 mil habitantes do sexo masculino, de 15 a 29 anos.
- Método de Cálculo: Número total de mortes por homicídio de jovens homens com idade entre 15 e 29 anos (CID10 X89 a Y09, Y35 e Y36) ÷ População masculina na faixa etária de 15 a 29 anos (x100.000)
Indicador: Mortes por armas de fogo (100 mil habitantes)
- Fonte: DataSUS/SIM/Óbitos por causas externas
- Descrição: Número de óbitos por armas de fogo por homicídio (CID10: X93, X94 e X95) por 100 mil habitantes.
- Método de Cálculo: Número de óbitos por armas de fogo por homicídio (CID10: X93, X94 e X95) ÷ População total do município (x100.000)
Indicador: Taxa de homicídio (100 mil habitantes)
- Fonte: DataSUS/SIM/Óbitos por causas externas
- Descrição: Número de mortes por homicídio ocorridos no município, por 100 mil habitantes.
- Método de Cálculo: Número total de mortes por homicídio (CID10 X89 a Y09, Y35 e Y36) ÷ População total (x100.000)
Indicador: Grau de estruturação da política de controle interno e combate à corrupção
- Fonte: IBGE/MUNIC – Pesquisa de Informações Básicas Municipais
- Descrição: Proporção de instrumentos da política de controle interno e combate à corrupção.
- Método de Cálculo: Número de instrumentos e políticas de controle interno e combate à corrupção existentes no município ÷ Número de instrumentos e políticas de controle interno e combate à corrupção disponíveis (7 no total) (x100)
- Nota Metodológica: 1-Existe estrutura organizacional para a área responsável pelo controle interno; 2-Existência de pessoal ocupado especificamente controle interno; 3-Atuação e atividades do controle interno; 4-Funções do sistema de controle interno; 5- Características das ações de controle nos últimos 24 meses + Controle interno procedeu, nos últimos 24 meses, com alguma comunicação de irregularidade + Controle interno, nos últimos 24 meses, iniciou ou finalizou; 6-Controle interno disponibiliza informações na internet; 7-Ações originadas no controle interno nos últimos 12 meses que levaram a ocorrências.
Indicador: Grau de estruturação das políticas de transparência
- Fonte: IBGE/MUNIC – Pesquisa de Informações Básicas Municipais
- Descrição: Proporção de instrumentos de transparêcia governamental.
- Método de Cálculo: Número de instrumentos e políticas de transparência existentes no município ÷ Número de instrumentos e políticas de transparência disponíveis (5 no total) (x100)
- Nota Metodológica: 1-Existência de portal da transparência e portal de dados abertos; 2-Legislação municipal específica de acordo com a Lei de Acesso à Informação (LAI); 3-Disponibilizam informações pormenorizadas sobre sua execução orçamentária e financeira; 4-Publicam dados gerais da administração municipal; 5-Conselho Municipal de Transparência ou similar.
Indicador: Investimento público (R$ per capita)
- Fonte: SICONFI
- Descrição: Investimento público per capita, por município.
- Método de Cálculo: Investimento público por município (SICONFI: “Despesas Orçamentárias”->”Despesas Liquidadas” ->”Conta: 4.4.00.00.00.00 – Investimentos”) ÷ Número de habitantes
Indicador: Total de receitas municipais arrecadadas (%)
- Fonte: SICONFI
- Descrição: Valor de receitas propriamente municipais arrecadadas sobre o total de receitas do município
- Método de Cálculo: Valor de receitas propriamente municipais arrecadadas (SICONFI:: “Receita orçamentária”->”Receitas brutas realizadas”->”Conta 1.1.0.0.00.0.0-Impostos, Taxas e Contribuições de melhoria” ÷ Valor total de receitas do município (SICONFI:”Receita orçamentária”->”Receitas brutas realizadas”->”Total das receitas”) (x100)
- Nota Metodológica: Vazio = Município sem informação dos valores da receita bruta orçamentária
Indicador: Obesidade infantil (%)
- Fonte: DataSUS/Relatórios públicos consolidados do SISVAN
- Descrição: Percentual de crianças entre 0 e 5 anos classificadas com obesidade (relação peso x altura) sobre o total de crianças nesta faixa etária.
- Método de Cálculo: Indivíduos classificados com obesidade na faixa etária de 0 a 5 anos, conforme SISVAN ÷ Número de crianças na faixa etária de 0 a 5 anos (x100)
- Nota Metodológica: Medida de referência: Peso X Altura.
Indicador: Baixo peso ao nascer (%)
- Fonte: DataSUS/SINASC
- Descrição: Percentual de crianças nascidas vivas com menos de 2.499 g sobre o total de nascidos vivos no município.
- Método de Cálculo: Número de crianças com baixo peso ao nascer (<=2.499g) ÷ Número total de nascidos vivos no município (x100)
- Nota Metodológica: Vazio = Sem informação
Indicador: Desnutrição infantil (%)
- Fonte: SISVAN
- Descrição: Percentual de crianças menores de 5 anos desnutridas sobre o total de crianças nesta faixa etária. Índice de Massa Corporal (Peso X Idade) < que o percentil 0,1.
- Método de Cálculo: Número total de crianças menores de 5 anos desnutridas ÷ População de menores que 5 anos (× 100)
- Nota Metodológica: Medida de referência: Peso X Idade (peso muito baixo para a idade).
Indicador: Produtores de agricultura familiar com apoio do PRONAF (%)
- Fonte: IBGE/Censo Agropecuário 2017
- Descrição: Percentual da unidades agrícolas com financiamento PRONAF. As informações registradas nos Censos Agropecuários são declaratórias, prestadas pelo entrevistado no momento da visita.
- Método de Cálculo: Percentual da unidades agrícolas com financiamento PRONAF-B
Indicador: Estabelecimentos que praticam agricultura orgânica (%)
- Fonte: IBGE/Censo Agropecuário 2017
- Descrição: Percentual de estabelecimentos agrícolas que praticam agricultura orgânica. As informações registradas nos Censos Agropecuários são declaratórias, prestadas pelo entrevistado no momento da visita.
- Método de Cálculo: Percentual de estabelecimentos agrícolas que praticam agricultura orgânica
Indicador: Cobertura vacinal (%)
- Fonte: DataSUS/CGPNI – Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações
- Descrição: Percentual da população alvo imunizada, conforme metodologia da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações – CGPNI.
- Método de Cálculo: Percentual da população imunizada, conforme metodologia da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações – CGPNI. Ver: http://pni.datasus.gov.br/
Extração: 06/05/2023. Referência: Ano de 2022 - Nota Metodológica: Indicador composto pela média da cobertura das vacinas que fazem parte do calendário regular de vacinação: BCG, Hepatite B idade <= 30 dias, Rotavírus Humano, Meningococo C, Hepatite B, Penta, Pneumocócica, Poliomielite, Poliomielite 4 anos, Febre Amarela, Hepatite A, Pneumocócica(1º ref), Meningococo C (1º ref), Poliomielite(1º ref), Tríplice Viral D1, Tríplice Viral D2, Tetra Viral(SRC+VZ), DTP, DTP REF (4 e 6 anos), Tríplice Bacte(DTP)(1º ref), Dupla adulto e dTpa gestante, dTpa gestante, Varicela.
Indicador: Mortalidade por suicídio (100 mil habitantes)
- Fonte: DataSUS/SIM/Óbitos por causas externas
- Descrição: Taxa de mortalidade por suicídio.
- Método de Cálculo: Número de óbitos (a partir de 10 anos de idade) por lesões autoprovocadas intencionalmente (CID X60-X84) ÷ População total do município (x100.000)
- Nota Metodológica: Categoria CID-10: X60-X84 | 2020
Indicador: Mortalidade infantil (crianças menores de 1 ano) (mil nascidas vivas)
- Fonte: DataSUS/SINASC
- Descrição: Proporção de óbitos de crianças menores de um ano em cada mil crianças nascidas vivas de mães residentes.
- Método de Cálculo: Número total de óbitos de crianças com menos de um ano de idade ÷ Número total de nascidos vivos no município (x1.000)
- Nota Metodológica: Vazio = Sem informação; 0 = Nenhum caso de mortalidade infantil
Indicador: Mortalidade materna (mil nascidos vivos)
- Fonte: DataSUS/SINASC
- Descrição: Proporção de óbitos maternos sobre o total de nascidos vivos no município, por mil nascidos vivos.
- Método de Cálculo: Número de óbitos maternos ÷ Número total de nascidos vivos no município (x1.000)
- Nota Metodológica: Vazio = Sem informação; 0 = Nenhum caso de mortalidade materna
Indicador: Mortalidade neonatal (crianças de 0 a 27 dias) (mil nascidas vivas)
- Fonte: DataSUS/SINASC
- Descrição: Taxa de mortalidade neonatal (número de óbitos com idade de 0 a 27 dias, por mil nascidos vivos).
- Método de Cálculo: Número de óbitos de crianças residentes de 0 a 27 dias de idade ÷ Número total de nascidos vivos no município (x1.000)
- Nota Metodológica: Vazio = Sem informação; 0 = Nenhum caso de mortalidade neonatal
Indicador: Mortalidade por Aids (100 mil habitantes)
- Fonte: DataSUS/SIM; IBGE/Censo 2022
- Descrição: Número de óbitos pela síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids), por 100 mil habitantes.
- Método de Cálculo: Número de óbitos pela síndrome da imunodeficiência adiquirida (Aids) ÷ População total do município (x100.000)
Indicador: Incidência de dengue (100 mil habitantes)
- Fonte: DataSUS/SINAN; IBGE/Censo 2022
- Descrição: Número de casos de dengue prováveis sobre a população total, por 100 mil habitantes. SINAN: casos prováveis por município de residência.
- Método de Cálculo: Número de casos prováveis de dengue segundo município de residência do paciente (SINAN) ÷ População total (x100.000)
Indicador: Mortalidade prematura por doenças crônicas não-transmissíveis (100 mil habitantes de 30 a 69 anos)
- Fonte: DataSUS/SIM; IBGE/Censo 2022
- Descrição: Taxa de mortalidade prematura (indivíduos com idade entre 30 e 69 anos) por doenças crônicas não-transmissíveis, por 100 mil habitantes na faixa etária de 30 a 69 anos.
- Método de Cálculo: Mortalidade prematura (indivíduos de 30 a 69 anos de idade) por doenças crônicas não transmissíveis CID10: neoplasias (C00 a C97) , diabetes mellitus (E10 a E14), doenças cardiovasculares (I00 a I99) e doenças respiratórias (J30 a J98, exceto J36) ÷ População município de 30 a 69 anos de idade (x100.000)
- Nota Metodológica: 0 = Nenhum caso de mortalidade prematura por doenças crônicas não transmíssiveis
Indicador: Orçamento municipal para a saúde (em reais, per capita)
- Fonte: SICONFI-FINBRA/Despesas por Função; IBGE/Censo 2022
- Descrição: Gasto total do orçamento liquidado municipal em saúde, em reais, per capita.
- Método de Cálculo: Gasto total em saúde (SICONFI: “Despesas por Função”->”Despesas Liquidadas”->”Conta 10-Saúde”) ÷ População total do município
- Nota Metodológica: Despesas Liquidadas – 10-Saúde (Em R$ correntes de cada ano). Os dados de Brasília/DF estão nas “despesas por UF”, os demais dados foram extraídos das plainlhas “despesas por Municípios”.
Indicador: População atendida por equipes de saúde da família (%)
- Fonte: DataSUS/E-Gestor
- Descrição: Percentual de cobertura populacional por equipes de saúde da família.
- Método de Cálculo: População atendida por equipes de saúde da família ÷ População total do município (x100).
Extração em 19/5/2023 do mês de Março de 2023. - Nota Metodológica: No site e-Gestor Atenção Primária à Saude, selecionar a opção “Relatório Públicos”–> Selecionar “Cobertura APS” –> ” Cobertura da Atenção Primeira” (PNS 2020-2023) –> Opção de Consulta: “Unidades Geográficas por Período” –> Unidades Geográficas: “Município”–> Competência CNES Início = Dezembro de cada ano –> Regiões: “Todas” –> Estado: “Todos” –> Município: “Todos”. Os valores do indicador se refere a coluna “Cobertura APS”
Indicador: Detecção de hepatite (100 mil habitantes)
- Fonte: DataSUS/SINAN; DataSUS/Estimativas populacionais
- Descrição: Taxa de detecção de hepatite na população total, por 100 mil habitantes.
- Método de Cálculo: Número de pessoas com hepatite ÷ População total do município (x100.000)
Indicador: Pré-natal insuficiente (%)
- Fonte: DataSUS/SINASC
- Descrição: Percentual de nascidos vivos cujas mães fizeram menos de 7 consultas pré-natal sobre o total de nascidos vivos no município.
- Método de Cálculo: Número de nascidos vivos cujas mães fizeram menos de 7 consultas pré-natal ÷ Número total de nascidos vivos no município (× 100)
- Nota Metodológica: Vazio = Sem informação; 0 = Nenhum caso de pré-natal insuficiente
Indicador: Gravidez na adolescência (%)
- Fonte: DataSUS/SINASC
- Descrição: Percentual de nascidos vivos cujas mães tinham 19 anos ou menos sobre o total de nascidos vivos de mães residentes.
- Método de Cálculo: Número de nascidos vivos cujas mães tinham 19 anos ou menos ÷ Número total de nascidos vivos no município (× 100)
- Nota Metodológica: Vazio = Sem informação; 0 = Nenhum caso de gravidez na adolescência
Indicador: Incidência de tuberculose (100 mil habitantes)
- Fonte: DataSUS/SINAN; DataSUS/Estimativas populacionais
- Descrição: Incidência de tuberculose, por 100 mil habitantes.
- Método de Cálculo: Número de notificações de tuberculose ÷ Número de habitantes (x100.000)
Indicador: Acesso à internet nas escolas do ensino fundamental e médio, na rede pública (%)
- Fonte: INEP/Censo Escolar
- Descrição: Número de escolas do ensino fundamental e médio com acesso à internet sobre o total de escolas públicas (%).
- Método de Cálculo: Número de escolas públicas de ensino fundamental e médio com acesso à internet ÷ Número total de escolas públicas no município (× 100)
Indicador: Escolas com dependências adequadas a pessoas com deficiência (%)
- Fonte: INEP/Censo Escolar
- Descrição: Número de escolas que possuem banheiros, dependências e vias adequadas a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida sobre o total de escolas no município.
- Método de Cálculo: Total de escolas que possuem banheiros, dependências e vias adequadas a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida ÷ Total de escolas públicas no município (× 100)
- Nota Metodológica: A variável banheiro adaptado se manteve (IN_BANHEIRO_PNE). Dependência e vias adaptadas a alunos com deficiência ou mobilidade reduzida (IN_DEPENDENCIAS_PNE) foi descontinuada e substituída em 2019 por uma bateria de questões sobre acessibilidade das vias e espaços da escola. Por isso, em 2023, o indicador foi construído a partir da combinação: Existência de Banheiro Acessível, adequado ao uso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida + Existência de pelo menos um recurso de adaptação do espaço às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida (IN_ACESSIBILIDADE_INEXISTENTE = 0)
Indicador: Escolas com recursos para Atendimento Educacional Especializado (taxa)
- Fonte: INEP/Censo Escolar
- Descrição: Número de escolas com salas de recursos multifuncionais para AEE (Atendimento Educacional Especializado) a cada 1.000 matrículas na Educação Básica
- Método de Cálculo: Número de escolas públicas com salas de recursos multifuncionais para AEE (Atendimento Educacional Especializado) ÷ Número total de matrículas na educação básica, pública, do município (× 1000)
Indicador: Taxa de distorção idade-série no Ensino Fundamental – rede pública
- Fonte: INEP/Censo Escolar
- Descrição: Indica a proporção de alunos, em cada série, que têm idade de 2 ou mais anos acima da esperada para o ano em que estão matriculados na rede pública..
- Método de Cálculo: Razão entre os alunos com dois um mais anos de atraso em cada série ÷ Número de alunos em cada série
- Nota Metodológica: Nome do indicador alterado, caiu o AF porque em toda a série histórica utilizamos todos os anos e não apenas os anos finais do Ensino Fundamental
Indicador: Percentual de crianças de 0 a 3 anos matrículadas em creches
- Fonte: INEP/Censo Escolar; DataSUS/Estimativas Populacionais; IBGE/Censo 2022
- Descrição: Percentual de matrículas de crianças de 0 a 3 anos em creches em relação ao total da população de 0 a 3 anos do Município
- Método de Cálculo: Número de matrículas de crianças de 0 a 3 anos na educação infantil ÷ Total de crianças de 0 a 3 anos do Município (x100)
- Nota Metodológica: Em Municípios em que a quantidade de matrículas de 0 a 3 anos na educação básica (QT_MAT_BAS_0a3) no Censo Escolar de 2024 supera a população de 0 a 3 anos, os limites foram arredondados para 100%
Indicador: Mulheres jovens de 15 a 24 anos de idade que não estudam nem trabalham (%)
- Fonte: IBGE/Censo Demográfico 2010
- Descrição: Percentual de mulheres jovens de 15 a 24 anos de idade que não estudam nem trabalham sobre o total de mulheres nessa faixa etária.
- Método de Cálculo: Número de mulheres jovens de 15 a 24 anos de idade que não estudam nem trabalham ÷ Número de mulheres jovens de 15 a 24 anos de idade (x100)
Indicador: Presença de vereadoras na Câmara Municipal (%)
- Fonte: TSE
- Descrição: Percentual de vereadoras na Câmara Municipal sobre o total de vereadores.
- Método de Cálculo: Número de vereadoras na Câmara Municipal ÷ Número total de vereadores (as) (x100)
- Nota Metodológica: Acesso aos dados: Site TSE–> Estatísticas –> Estatísticas eleitorais –> Conjunto de Dados –> Resultado –> Votação candidato –> Filtros-Ano: 2024 –> Filtros opcionais: Cargo-Vereador –> Dimensões: Selecionar Todas –> Métrica: Votos Válidos
Indicador: Desigualdade de salário por sexo (salário de mulheres / salário de homens)
- Fonte: RAIS/MTE
- Descrição: Razão do rendimento médio real das mulheres sobre o rendimento médio real dos homens. Valores correntes (em R$) de cada ano.
- Método de Cálculo: Salário médio das mulheres ÷ Salário médio dos homens (em valores correntes)
- Nota Metodológica: A partir dos dados da RAIS 2022, calculamos a diferença salarial entre homens e mulheres, com vínculos formal de emprego. Para manter a metodologia, toda a série histórica 2015 a 2021 foi atualizada.
Indicador: Diferença percentual entre jovens mulheres e homens que não estudam e nem trabalham (p.p.)
- Fonte: IBGE/Censo Demográfico 2010
- Descrição: Diferença percentual entre mulheres e homens que nem estudam e nem trabalham
- Método de Cálculo: Percentual de mulheres que nem estudam e nem trabalham (sobre o total de mulheres) ÷ Percentual de homens que não estudam nem trabalham (sobre o total de homens)
Indicador: Taxa de feminicídio (100 mil mulheres)
- Fonte: DataSUS/SIM; DataSUS/Estimativas Populacionais; IBGE/Censo 2022
- Descrição: Taxa de feminicídio, por 100 mil mulheres.
- Método de Cálculo: Mortalidade por causas externas de mulheres (CID X85-Y09) ÷ Total de mulheres (x100.000)
- Nota Metodológica: CID X85-Y09
Indicador: Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado (100 mil habitantes)
- Fonte: DataSUS/SIH
- Descrição: Número de internações hospitalares ocorridas em consequência de doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado (DRSAI), por 100 mil habitantes.
- Método de Cálculo: Número de internações hospitalares de DRSAI ÷ População total do município (x100.000)
- Nota Metodológica: Cólera:A00; Febres tifóide e paratifóide: A01; Amebíase: A06; Diarréia e gastroenterite de origem infecciosa presumível: A09; Outras doenças infecciosas intestinais: A02, A04-A05, A07-A08; Leptospirose icterohemorrágica: A27; Tracoma: A71; Dengue: A90; Febre hemorrágica devido ao vírus da dengue: A91; Febre Amarela: A95; Outras hepatites virais: B15, B17-B19; Micoses: B35-B49; Malária: B50-B54; Leishmaniose: B55; Tripanossomíase: B56-B57; Esquistossomose: B65; Equinococose: B67; Filariose: B74; Ancilostomíase: B76; Outras helmintíases: B68-B71, B75, B77-B83; Conjuntivite e outros transtornos da conjuntiva: H10-H13 0 = nenhum caso de internação hospitalar por DRSAI Vazio = nenhuma internação notificada pelo Município
Indicador: Perda de água tratada na distribuição
- Fonte: SINISA/Ministério das Cidades
- Descrição: Índice de perdas na distribuição (AE_IN0049 SNIS)
- Método de Cálculo: Volume de água produzido + Volume de água tratada importado – Volume de água consumido – Volume de serviço ÷ Volume de água produzido + Volume de água tratada importado – Volume de serviço (x100)
- Nota Metodológica: Com a mudança do SNIS para o sistema SINISA o indicador IN049_AE (Índice de perdas na distribuição) foi substituído pelo IAG2013 (Perdas totais de água na distribuição). Códigos: (IN049-SNIS; IAG2013-SINISA) Conferir em: https://www.gov.br/cidades/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saneamento/sinisa/resultados-sinisa/INDICADORES_SINISA_ABASTECIMENTO_DE_AGUA_2024_v2.pdf. Página 11. Vazio = Sem informação
Indicador: População total atendida com abastecimento de água (%)
- Fonte: SINISA/Ministério das Cidades
- Descrição: População total atendida com abastecimento de água, por 100 habitantes.
- Método de Cálculo: População total atendida com abastecimento de água (SNIS indicador IN055_AE) ÷ População total do município (x100)
- Nota Metodológica: Com a mudança do SNIS para o sistema SINISA o indicador IN055 foi substituído pelo IAG0001. Códigos: (IN055-SNIS; IAG0001-SINISA)
Indicador: População atendida com esgotamento sanitário (%)
- Fonte: SINISA/Ministério das Cidades
- Descrição: População total atendida com esgotamento sanitário, por 100 habitantes.
- Método de Cálculo: (SNIS indicador IN056_AE): População total do município atendida com esgotamento sanitário ÷ População total do município com abastecimento de água (x100)
- Nota Metodológica: Com a mudança do SNIS para o sistema SINISA o indicador IN056_AE (Índice de atendimento total de esgoto referido aos municípios atendidos com água) foi substituído pelo IES0001 (Atendimento da população total com rede coletora de esgoto). Códigos: (IN056-SNIS; IES0001 – SINISA) Conferir em: https://www.gov.br/cidades/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saneamento/sinisa/sinisa-1/INDICADORES_SINISA_ESGOTAMENTOSANITRIO_2024_V2.pdf. Página 1. Vazio = Sem informação
Indicador: Índice de tratamento de esgoto (%)
- Fonte: SINISA/Ministério das Cidades
- Descrição: Percentual do esgoto tratado sobre o volume de esgoto coletado
- Método de Cálculo: Índice de tratamento de esgoto coletado (SNIS indicador IN016_AE); Esgoto tratado referido ao esgoto coletado IES2004 (SINISA)
- Nota Metodológica: Com a mudança do SNIS para o sistema SINISA o indicador IN016 (Índice de tratamento de esgoto) foi substituído pelo IES2004 (Esgoto tratado referido ao esgoto coletado). Códigos: (IN016-SNIS; IES2004-SINISA) Conferir em: https://www.gov.br/cidades/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saneamento/sinisa/sinisa-1/INDICADORES_SINISA_ESGOTAMENTOSANITRIO_2024_V2.pdf. Página 9. Vazio = Sem informação
Indicador: Domicílios com acesso à energia elétrica (%)
- Fonte: IBGE/Censo Demográfico 2010
- Descrição: Percentual de domicílios com acesso à energia elétrica sobre o total de domicílios do município.
- Método de Cálculo: Número de domicílios com acesso à energia elétrica ÷ Número total de domicílios no município (x100)
Indicador: Vulnerabilidade Energética
- Fonte: AdaptaBrasil
- Descrição: Indicador que contempla três eixos: (i) acesso físico a fontes de energia, medido, por exemplo, pela existência de conexão ao Sistema Interligado Nacional (SIN), (ii) a posse de equipamentos, como televisão, geladeira, refrigerador e acesso à internet e (iii) a acessibilidade, ou capacidade de pagamento pelo uso da energia, medido pelo peso das depesas com energia na despesa total da residência
- Método de Cálculo: De 0,00 a 0,19 – Pobreza Energética Muito Baixa; De 0,20 a 0,39 – Pobreza Energética Baixa; De 0,40 a 0,59 – Pobreza Energética Média; De 0,60 a 0,79, Pobreza Energética Alta; De 0,80 a 1,00, Pobreza Energética Muito Alta
- Nota Metodológica: Valores calculados pelo Adapta Brasil a partir da metodologia exposta no artigo “The multidimensionality of energy poverty in Brazil: A historical analysis” de Bezerra et al. (2022). Filtro no site do Adapta Brasil: Todos os Impactos –> Segurança Energética –>Acesso –> Vulnerabilidade –> Sensibilidade –> Pobreza Energética
Indicador: População ocupada entre 10 e 17 anos (%)
- Fonte: IBGE/Censo Demográfico 2010
- Descrição: Percentual da população ocupada de 10 a 17 anos.
- Método de Cálculo: Pessoas de 10 a 17 anos de idade, ocupadas na semana de referência ÷ Pessoas de 10 a 17 anos de idade (x100)
Indicador: Jovens de 15 a 24 anos de idade que não estudam nem trabalham (%)
- Fonte: IBGE/Censo Demográfico 2010
- Descrição: Percentual de jovens de 15 a 24 anos de idade que não estudam nem trabalham sobre o total de jovens de 15 a 24 anos de idade.
- Método de Cálculo: Número de jovens de 15 a 24 anos de idade que não estudam nem trabalham ÷ Número total de jovens de 15 a 24 anos de idade (x100)
Indicador (sanitizado): Taxa de ocupação formal (%)
Nome completo do indicador não encontrado no mapeamento. Não foi possível buscar detalhes no ‘Livro de Códigos’.
Indicador: Investimento público em infraestrutura urbana por habitante (R$ per capita)
- Fonte: SICONFI-FINBRA/IBGE CENSO 2022
- Descrição: Investimento público em infraestrutura urbana per capita.
- Método de Cálculo: Valor do investimento público em infraestrutura(SICONFI: “Despesas por Função”->”Despesas Liquidadas”->”Conta->15.451-Infraestrutura urbana”) ÷ Número de habitantes
Indicador: Participação dos empregos formais em atividades intensivas em conhecimento e tecnologia (%)
- Fonte: RAIS/MTE
- Descrição: Percentual de empregos em atividades intensiva em conhecimento e tecnologia
- Método de Cálculo: Número de empregos em atividades intensivas em conhecimento e tecnologia (Grupos CNAE2.0: 171, 192, 201, 202, 212, 261-268, 271-275, 279, 282, 291-295, 329, 591, 601,602, 611-613, 619, 642, 651-653, 662, 691, 692, 702, 711, 712, 721, 722, 731, 732, 781, 853, 854, 861, 864, 869 e 951) ÷ Número de empregos total (x 100)


